Assembleia Municipal aprovou voto de pesar pelas 12 vítimas mortais no incêndio de outubro

Assembleia Municipal aprovou voto de pesar pelos 12 mortos no incêndio de outubro

Deputados e presidentes de junta de freguesia foram unânimes, na hora de aprovar um voto de pesar pelas 12 vítimas mortais no incêndio de outubro, no concelho de Oliveira do Hospital.

A proposta partiu do Partido Socialista que fez questão de referir o nome de cada uma das vítimas mortais, mas logo passou a ser uma iniciativa da Assembleia Municipal, dada a concordância de todo aquele órgão autárquico em torno da matéria. O voto de pesar foi aprovado por unanimidade.

Raul Dinis, a representar o grupo socialista na Assembleia Municipal recordou o dia 15 de outubro como o “pior domingo das nossas vidas”, devido aos incêndios que deixaram um “rasto de destruição”. A destacar a “angústia” por que estão a passar várias famílias do concelho, com alguns familiares a lutarem ainda pela vida, assim como os “prejuízos incalculáveis”, o deputado socialista deu especial destaque às mortes que resultaram do incêndio. “Não há nada pior do que a perda da vida humana. Nesta catástrofe houve 12 pessoas que falecerem na sequência dos incêndios”, referiu, aplaudindo a intenção do município erguer um memorial pelas 12 vítimas mortais.

Atendendo a toda a tragédia, o PS justifica o voto de pesar como “manifestação da mais profunda tristeza” pelos acontecimentos vividos”.

Em seu nome e do grupo municipal do PSD, Rafael Costa partilhou palavras de “esperança” para todos os que “estão a recuperar de sequelas físicas, psicológicas e materiais, para que possam ultrapassar este momento difícil”. O deputado social democrata agradeceu, ainda, a todos os que estiveram envolvidos no combate ao incêndio. “Sentimos que fomos todos abandonados à nossa sorte. Não fosse a sua ação e a tragédia teria sido bem pior”, considerou.

Rafael Costa entende, porém que a tragédia “não deve cair em vão”. “Deve servir de lição de futuro, para que possamos aprender com os erros, aquilo que não correu tão bem e nunca mais se volte a repetir”, afirmou.

 

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