Jovem de 32 anos perde a vida em acidente junto à curva da “morte” em Vendas de Galizes

Folha do Centro - Jovem de 32 anos perde a vida em acidente junto à curva da “morte” em Vendas de Galizes

Um rapaz de 32 anos de idade perdeu a vida esta madrugada, na sequência de um aparatoso acidente, na Nacional 17, junto à localidade de Vendas de Galizes, numa zona que é também conhecida como a “curva da morte”, por ser um local onde já ocorreram vários acidentes graves, muitos deles com vítimas mortais.

A vítima era natural de Venda da Esperança, na localidade vizinha pertencente ao concelho de Tábua e fazia-se acompanhar da esposa, também ela com idade na casa dos 30 anos, que foi transportada em estado considerado grave para os Hospitais da Universidade de Coimbra.

O carro em que seguia o casal terá embatido frontalmente com uma outra viatura ligeira que seguia em sentido contrário, resultando do acidente três vítimas, duas delas em estado grave, um das quais viria a falecer já na manhã de ontem em Coimbra.

O condutor do outro veículo é funcionário da Câmara Municipal de Tábua, e terá sofrido ferimentos considerados mais ligeiros, tendo sido socorrido no Serviço de Urgência Básica de Arganil e dó depois transportado para os HUC.

À hora do acidente, 1h e 30 da manhã, presume-se que a vitima mortal, Luís Aleixo, e a mulher estariam a regressar do trabalho em Oliveira do Hospital, onde a família se encontrava a gerir atualmente um café na Catraia da S. Paio, também junto à EN17. As condições climatéricas que se faziam sentir à hora do sinistro, muita chuva e nevoeiro intenso naquela zona, poderão ter estado na origem da tragédia, que roubou a vida a este jovem, cuja esposa foi também evacuada para Coimbra em estado critico. O casal tem duas crianças, que se encontram a frequentar a Escola de Midões, em Tábua.

Este é mais um acidente grave a elevar a estatística da sinistralidade rodoviária no troço da nacional 17 que atravessa o concelho de Oliveira do Hospital, e que vem chamar a atenção, uma vez mais, para a perigosidade desta via, que nos últimos anos, tem sofrido um pressão do tráfego automóvel, sobretudo de pesados, que passaram a circular pela Estrada da Beira para “fugir” às portagens da A25.

 

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