Meio milhar formou laço azul gigante em Oliveira do Hospital

laço azul

Cerca de 500 participantes, na sua maioria crianças do pré-escolar e do 1.º CEB, formaram na tarde do último dia de abril, um gigante laço azul no âmbito da campanha nacional “Abril: Mês da Prevenção dos Maus Tratos na infância”.

Uma vez mais, o Município de Oliveira do Hospital associou-se a esta ação de sensibilização tendo promovido a realização de uma caminhada urbana que terminou no Largo Ribeiro do Amaral com a formação deste enorme Laço Azul Humano.

A iniciativa foi promovida pelo Município de Oliveira do Hospital e o Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital com a colaboração da CPCJ de Oliveira do Hospital e a laço azulRede Social concelhia, e ainda a parceria da ADI – Agência para o Desenvolvimento Integrado de Tábua e Oliveira do Hospital.

Para além dos alunos que frequentam o pré-escolar e o 1.º CEB no Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, a atividade contou com a participação das crianças que frequentam várias IPSS do concelho, como a Fundação de Aurélio Amaro Diniz, a Obra D. Josefina da Fonseca, o Centro Social e Paroquial Seixo da Beira, o Centro Social de Aldeia das Dez e ainda vários utentes da Arcial.

Foram também parceiros a Cáritas Diocesana de Coimbra, a GNR de Oliveira do Hospital e os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital.

De registar que nas várias escolas do concelho a campanha foi assinalada com diversas iniciativas. A formação deste Laço Azul é um gesto simbólico para despertar consciências, no âmbito do mês da prevenção dos maus-tratos na infância, que se assinala em abril, este ano com o lema “Serei o que me deres.. que seja AMOR”.

A coordenar toda esta iniciativa esteve o vereador do desporto, Nuno Ribeiro, para quem estas iniciativas “nunca são demais”, no sentido de chamar a atenção para um problema que existe também no concelho de Oliveira do Hospital, embora sem contornos preocupantes. “O que existe são casos pontuais que são devidamente acompanhados pelos técnicos”, garante o vereador que tem também assento na CPCJ. “A vigilância sempre, o acompanhamento constante, a sensibilização e a preocupação para prevenir é uma das nossas obrigações, porque se conseguirmos antecipar os problemas, conseguimos todos contribuir para um concelho melhor, e crianças mais felizes”, afirmou, assegurando que o número de casos de maus tratos a menores não tem aumentado no concelho, o que, na sua opinião, se deve a um trabalho de prevenção que tem vindo ser desenvolvido pelas diferentes instituições no terreno que têm agora um olhar mais atento a esta realidade.

 

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