Autarquia repõe pinheiros mansos no Parque de S. Bartolomeu

Folha do Centro - Município de Oliveira do Hospital assinalou Dia Mundial da Floresta com plantação de árvores

José Carlos Alexandrino deslocou-se simbolicamente à freguesia de Meruge para assinalar as comemorações do Dia Mundial da Árvore

O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, deslocou-se simbolicamente à freguesia de Meruge, no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Árvore, para “repor” algumas dezenas de pinheiros mansos no parque de S. Bartolomeu, onde recentemente tinham sido cortadas várias daquelas árvores centenárias, por parte dos responsáveis pela gestão do espaço.

Apesar do local ser património da fábrica da igreja, e da autarquia não ter responsabilidades no abate dos pinheiros mansos, o presidente do executivo fez questão de escolher este parque para assinalar a efeméride, tendo replantado, com a ajuda das crianças do pré escolar da freguesia, dezenas de árvores no local onde antes existiam pinheiros com várias décadas. “Vim aqui hoje num gesto simbólico devido à polémica que gerou, para dizer que daqui a alguns teremos aqui um conjunto de árvores que substituem as outras que cá existiam”, afirmou o edil, sublinhando a prioridade que tem sido dada nos últimos anos às várias ações de reflorestação no concelho.

“Tenho vindo a ser uma voz muito critica em relação ao nosso ordenamento da floresta e em relação ao trabalho que se faz de defesa da floresta, porque mais importante que combater os incêndios é procurar evitar que eles aconteçam”, referiu, assinalando como um “primeiro passo importante” nesta matéria o arranque para breve dos trabalhos do cadastro predial no concelho, permitindo de uma vez por todas a identificação dos proprietários.

Reconhecendo que a Câmara Municipal está ainda aquém de aplicar a legislação que obriga os proprietários a limparem os seus terrenos, nomeadamente a faixa de 50 metros à volta das habitações, Alexandrino fez no entanto notar que há “alguns progressos” nesta área, tendo avançado com um projeto numa “freguesia piloto” – Aldeia das Dez, devido ao risco elevado de incêndio, para aplicação da lei. (leia mais na edição impressa)

 

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