Nogueira do Cravo inaugura Centro Educativo a tempo da abertura do novo ano letivo

Folha do Centro - Nogueira do Cravo inaugura Centro Educativo a tempo da abertura do novo ano letivo

Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital pediu desculpas pelo atraso na conclusão da obra que era para ter estado pronta há um ano atrás.

Trata-se do primeiro centro educativo do concelho de Oliveira do Hospital e foi inaugurado, este domingo, em Nogueira do Cravo, a uma semana do início do novo ano letivo. Um investimento de 1,4 milhões de euros que chegou a estar envolto em alguma polémica devido aos atrasos na sua conclusão, motivando mesmo o protesto de pais e encarregados de educação que vieram para a praça pública mostrar o seu desagrado perante a incerteza da abertura do equipamento a tempo do arranque do novo ano escolar.

Uma situação que se ficou a dever a “condicionalismos levantados pelo Tribunal de Contas”, mas pela qual o presidente da Câmara, José Carlos Alexandrino, aproveitou para pedir “desculpas”, certo de que “vale mais tarde do que nunca”. Não tendo dúvidas que se trata de “uma vitória para a educação e para Nogueira do Cravo”, o autarca realçou a melhoria das condições de trabalho para alunos e professores que a nova escola vai poder proporcionar, apesar de alguns terem votado contra a sua construção. “Houve quem fosse contra este centro escolar, e houve quem da Comissão Política do PSD criticasse a sua construção dizendo que não irá ter alunos, ora nós quando construímos as nossas casas também sabemos que um dia as vamos deixar e não é por isso que as deixamos de construir”, argumentou Alexandrino, acreditando não ocupação deste equipamento, até por se tratar de uma das maiores freguesias do concelho e com maior desenvolvimento económico.

Apesar de todas as vozes que se levantaram contra o investimento, o autarca disse não só acreditar na sua necessidade, como afirmou que se “tem sido presidente da Câmara há mais tempo, teria construído um centro escolar na cidade de Oliveira, que não tem nenhum e é uma pena”. “O que nós fizemos foi aproveitar uma oportunidade única em termos do quadro comunitário, que financiou a obra em 85%”, sublinhou o edil, lembrando os mais céticos, que “o número de alunos que estão cá matriculados são mais que suficientes para o pôr a funcionar”. (leia mais na edição impressa)

 

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