Nova direção aposta na reativação de sócios para “ganhar fôlego” financeiro

Folha do Centro - Nova direção aposta na reativação de sócios para “ganhar fôlego” financeiro

Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital festejou 40 anos de atividade, assumindo-se como uma das coletividades mais “ecléticas” do concelho.

É reconhecidamente um dos clubes mais ecléticos do concelho e acaba de assinalar 40 anos de atividade. Quatro décadas depois da sua fundação, o Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital é hoje uma referência na promoção das mais diversas modalidades desportivas, recreativas e culturais, contando com mais de 400 sócios ativos e um orçamento que ultrapassa os 60 mil euros anuais.

Uma realidade cada vez mais difícil de manter, como confessa o recém eleito presidente, José Matias, que fala mesmo num aperto financeiro vivido atualmente pelo clube, fruto da redução dos apoios por parte dos habituais patrocinadores, mas também das restrições por que passa, nesta altura, a Câmara Municipal que levam a que o subsídio da autarquia não seja “tanto quanto nós desejaríamos”. “Já vivemos dias melhores”, desabafa o dirigente reconduzido recentemente para um novo mandato, lembrando, apesar de tudo, que sem estes apoios institucionais “seria impensável sobreviver”, dado o número de modalidades que o clube movimenta.

Da caça e pesca, passando pelo pedestrianismo, cicloturismo, BTT, natação, ténis de mesa até à música e ao turismo, o clube movimenta hoje mais de duas centenas de pessoas nas várias secções desportivas e de lazer que este disponibiliza aos oliveirenses. “É este ecletismo que diferencia o clube de caça e pesca dos outros clubes do concelho”, considera José Matias, que aposta agora na reativação dos sócios como forma de fazer face às dificuldades que este atravessa. “Vamos ter de reativar a cobrança de quotas juntos dos nossos sócios, uma vez que temos inscritos perto de 2400 e só cerca de 400 é que são pagantes”, refere o presidente da direção, acreditando que este é um bom meio de ganhar mais algum fôlego financeiro nos próximos tempos, pois “em relação à panóplia de modalidades que temos, é preciso uma ginástica muito grande”. (leia mais na edição impressa)

 

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