Tábua com uma das taxas de desemprego mais baixas do país

Folha do Centro - Tábua com uma das taxas de desemprego mais baixas do país

Concelho tem apenas 405 desempregados o que corresponde a uma taxa de 3,5%.

O concelho de Tábua registou no início de 2015 uma das taxas de desemprego mais baixas do país – 3,5%, com apenas 405 desempregados. Um mínimo “histórico” quando comparado com a taxa de desemprego a nível nacional que em janeiro se situava nos 13,3%.

Dados que enchem de orgulho o presidente da Câmara, Mário Loureiro, que atribui estes números ao trabalho que tem vindo a ser realizado pelos empresários e investidores locais, em parceria com o Município, pois “temos estado atentos a todos os empresários e aos apoios que solicitam”, garante o edil, que destaca sobretudo o investimento do Grupo Aquinos em Tábua, atualmente responsável por mais de 1400 postos de trabalho. “Não há dúvidas que o Grupo Aquinos tem sido o grande investidor e o grande impulsionador em termos de criação de emprego, mas temos outras empresas que estão a trabalhar bem no concelho e que preparam a sua expansão”, refere o presidente da autarquia, lembrando que num horizonte próximo existem mais sete empresas que se vão instalar no parque industrial da vila e outras que vão ampliar as suas instalações, criando mais postos de trabalho.

“São sete empresas a criar mais riqueza e a melhorar as condições de vida dos tabuenses” adianta o autarca, prevendo a criação líquida de mais 300 postos de trabalho no concelho, nos próximos meses. “Sentimo-nos satisfeitos e reconhecidos pelo trabalho que os nossos empresários estão a desenvolver e pela forma como estão a dinamizar o concelho, a região e o país”, sublinhou Mário Loureiro, atribuindo esta baixa taxa de desemprego precisamente ao investimento dos empresários tabuenses, que têm contribuído não apenas para baixar o desemprego no concelho, como na região envolvente, uma vez que as empresas, nomeadamente o maior fabricante de sofás da Península Ibérica – os Aquinos, têm de “importar” mão de obra de outros concelhos para satisfazer a sua produção. “Não temos dúvidas que com a criação de mais 300 postos de trabalho que vai ter de vir muita gente de fora, porque dos 405 desempregados que temos, apenas cerca de centena e meia tem formação” constata o edil, acreditando que Tábua vai precisar de mais gente para trabalhar, porque os que estão desempregados, a maioria, ou não têm idade ou não têm formação “adequada” para entrarem no mercado de trabalho.

Com largas centenas de pessoas a trabalhar diariamente no concelho que “não são de cá”, o presidente da Câmara entende, de resto, que é uma questão de tempo para as pessoas começarem “a projetar a sua vida de outra forma”, e decidirem sedear-se no concelho. “Tábua é um bom destino, é uma terra com qualidade de vida, em que as pessoas que se queiram fixar podem fazê-lo porque têm condições”, adverte o presidente do Município, também ele um filho adotado de Tábua há 37 anos, onde diz sentir-se “muito bem”.

 

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